Ciclo de Palestras

 Sexta-feira (03 de abril)

• 14h00 a 14h30 – Silvana Pineda (RS) e Cris Boldrini (RS) – “Celebration”

• 14h30 a 15h45 – Guy Veloso (PA) – “Ritos de Sangue no Brasil Profundo: Relato de Experiências”

• 16h00 a 17h15 – Francisco Oiticica (AL) – “A Poética das Ruas”

• 17h15 a 18h30 – Nair Benedicto (SP) – “Toda Felicidade é Memória e Projeto”

 Sábado (04 de abril)

• 14h00 a 15h15 –Evandro Teixeira (RJ) – “O Fotojornalismo Brasileiro”

• 15h15 a 16h30 – Priscilla Buhr (PE) – “Glória – Processo de Atar Nós”

• 16h45 a 18h00 – Eduardo Queiroga (PE) e Mateus de Sá (PE) – “Respirando Fotografia”

• 20h00 a 21h30 – Fernando Maia (CE) e Vencedores da Convocatória – “Projeções”

 Domingo (05 de abril)

• 14h00 a 15h15 –Maíra Gamarra (AL) – “Redes da Fotografia Latinoamericana”

• 15h15 a 16h30 – Fernanda Rechenberg (AL) – “Do envolver-se, do dissolver-se: Notas Etnográficas Sobre Fotografia, Ética e Religiosidade”

• 16h45 a 18h00 – Evandro Teixeira (RJ), Guy Veloso (PA) e Nair Benedicto (SP) – “Arte e Democracia: desafios e possibilidades do fazer fotográfico no Brasil contemporâneo.”

O Ciclo de palestras do Fotosururu 2020 se realizará no MISA (Museu da Imagem e do Som de Alagoas) • VEJA O MAPA

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 Oficinas

Eduardo Queiroga e Mateus Sá

Eduardo Queiroga (PE) – Fotógrafo e professor. Autor dos Livros Cordão e Coletivos Fotográficos Contemporâneos. Co-fundador da Escola Livre de Imagem. Fotografa parteiras tradicionais de Pernambuco desde 2008, trabalho que já se desdobrou em exposições e publicações.

Mateus Sá (PE) – Fotógrafo e artista visual. Professor universitário, produtor cultural e editor de livros e exposições. É co-fundador da Escola Livre de Imagem (ELI) e do Projeto FotoLibras. Tem 4 livros publicados, 5 exposições individuais e integra a coleção Diário Contemporâneo de Fotografia, em Belém do Pará.

 

■ Fotografia de Corpo e Alma

■ Data: 04 e 05 de abril de 2020
■ Hora
: das 8h às 12h,
■ Local: Associação Comercial (veja mapa)
■ Carga horária: 8 horas
■ Total de vagas: 20

Sobre a oficina
A oficina é destinada a artistas, fotógrafos e estudantes da imagem e busca estimular a percepção da fotografia como narrativa e leitura de mundo, através de vivências, articulação de referências e análises de trabalhos dos participantes e dos oficineiros. É estruturada de modo que tenhamos momentos de vivências práticas, reflexão e compartilhamento, atiçados por produções de diversos artistas e fotógrafos, incluindo aqueles que participam da oficina. Exploramos noções de leitura e de concepção de discursos através da fotografia, com dinâmicas de sensibilização do olhar, práticas perceptivas, discussão sobre construção de narrativas e aprofundamento temático.
Qual é a sua fotografia? Qual a sua relação com as imagens que produz? Qual o potencial que as imagens carregam na construção de sua expressão? A oficina foi pensada e será ministrada pelos dois fotógrafos, numa interação e compartilhamento de referências e metodologias que consideramos ser um atrativo a mais para a experiência.
Fernando Maia

[ CEARÁ ]
Fotógrafo e diretor de fotografia. Sócio efetivo da ABC – Associação Brasileira de Cinematografia. Mestre em Fotografia e Audiovisual pela PPGCom da Universidade Federal do Ceará. Fez especialização em fotografia e vídeo na Nordic Folkhighschool Biskops Arnö, na Suécia. Pós-graduado em fotografia imagem e comunicação na Universidade Cândido Mendes (RJ).

■ Narrativas de Si

■ Data: 04 e 05 de abril de 2020
■ Hora
: das 8h às 12h,
■ Local: Theatro Homerinho (veja mapa)
■ Carga horária: 8 horas
■ Total de vagas: 20

Sobre a oficina

A oficina é um espaço para a construção de projetos individuais de produção fotográfica que visam um mergulho no autoconhecimento e na construção da identidade de cada aluno. As proposições são gerais, mas deve haver abertura para o atendimento e o acompanhamento das propostas individuais.
Existe uma proposta de conteúdo, de metodologia de avaliação que tem uma intenção de dar esse direcionamento. Ao longo da oficina e das atividades os alunos vão sendo conduzidos a investigar várias camadas do consciente e inconsciente para poder assim trilhar um caminho de tradução imagética de seus sentimentos produzindo uma abertura para a elaboração de um ensaio final que atravesse essas questões. É um espaço aberto de criação, e durante o processo de desenvolvimento as possíveis trocas de informação, de materiais, fonte de pesquisa acontecem tanto com um professor quanto entre os alunos. O professor aponta caminhos, indica possibilidades de mudança e percursos, assim como incentiva e fornece elementos que possam estimular a criação, apresentando ainda referências artísticas articulando junto ao aluno uma proposta de projeto e desenvolvimento, buscando a materialização, o acabamento, a edição do material e uma exposição final.
Cada aluno deverá levar um ensaio fotográfico em aberto ou um conjunto de imagens que esteja trabalhando. No mínimo 6 fotos e no máximo 12.

Guy Veloso

[ PARÁ ]
Fotógrafo. Sua obra faz parte do acervo de várias instituições espalhadas pelo mundo. Religiosidade é o principal tema de sua fotografia, com abordagem no Brasil e no exterior.

■ Edição, Curadoria e Poética Fotográfica

■ Data: 04 e 05 de abril de 2020
■ Hora
: das 8h às 12h,
■ Local: Associação Comercial (veja mapa)
■ Carga horária: 8 horas
■ Total de vagas: 20

Sobre a oficina
PÚBLICO: Fotógrafos documentais avançados, curadores e estudantes de fotografia.
OBJETIVO: Dar sustento prático e teórico para fotógrafos que já sabem a técnica fotográfica, mas que almejam conhecimentos mais profundos em curadoria, seleção e edição de imagens. Traz também sugestões de como valorizar o portfólio, dicas de divulgação e montagem de exposições, além de técnicas orais de apresentação de trabalhos a curadores, jornalistas e colecionadores.

Leituras de portfólio (opcional): Cada aluno terá direito a 01 leitura coletiva. Para isto, levar ensaio fotográfico documental de até 20 imagens, já editado, impresso em qualquer papel ou tamanho (não precisa ser fine-art), para análise coletiva.

CONTEÚDO: Técnicas de seleção de fotos (com exercícios práticos).
Como valorizar seu portfólio (físico e digital).
Estudos de casos: livros publicados. Cada aluno poderá levar um livro de ensaio fotográfico documental (de qualquer autor) para análise.
Estudos de casos: exposições fotográficas nacionais.
Técnicas de apresentação.
Postura perante curadores, jornalistas e colecionadores. Numeração de fotografias para venda.
Como fazer um dossiê para concursos?
Estudos de casos: análise de livros. Design, tamanho etc.
Técnicas de divulgação.
Exposições em galerias de arte e museus – dicas práticas em relação às molduras, tamanhos de cópias e expografia.
Leituras coletivas de portfólios (ensaios documentais).

Priscilla Burh

[ PERNAMBUCO ]
Jornalista formada pela PUC-PE. Repórter fotográfica do Jornal do Commercio e integra o coletivo 7 Fotografia, que desenvolve atividades de produção, pesquisa e debate na área de fotografia. Foi uma das vencedoras do Fotograma Livre 2010. Teve trabalhos publicados no livro Melhor do Fotojornalismo Brasileiro 2011 e nas revistas Linguagens e Continente.

■ No Princípio Era o Verbo

■ Data: 04 e 05 de abril de 2020
■ Hora
: das 8h às 12h,
■ Local: Auditório da Prefeitura (veja mapa)
■ Carga horária: 8 horas
■ Total de vagas: 20

Sobre a oficina

Quais as palavras que a sua fotografia inspira? Que histórias elas lhe contam? Em que lugar do seu trabalho as suas ideias repousam? O seu discurso caminha ao lado da poesia presente nas suas imagens?

A imersão “No princípio era o verbo” é um convite para redescobrir formas de pensar e sentir o conceito por trás de um trabalho fotográfico. É destinada à pessoas que estejam, de alguma forma, ligadas a fotografia e que estejam envolvidos com algum projeto criativo em andamento, mas não exclui quem ainda tem apenas uma ideia ou simplesmente o desejo de desenvolver um dia. O que precisa é desejar desenvolver um trabalho em que a fotografia esteja presente. Falo em desejo, porque não precisa, necessariamente, já se ter uma ideia pronta; basta ter alguma coisa aí dentro pulsando, vibrando, querendo se tornar imagem um dia. A oficina é uma oportunidade bem interessante pra quem está nesse momento de buscas, porque vai trabalhar muitas questões sobre identidade, que, acredito ser, o princípio de tudo na fotografia.

“No princípio era o verbo” é uma oficina para se pensar na fotografia além do click, além da técnica! Nela vamos trabalhar conceitos, pensar em formas de sentir as imagens, em formas de falar sobre elas e assim, termos mais segurança para produzi-las. Nesse momento iremos, juntos, trilhar um percurso de escuta e percepção, instigando perguntas fundamentais para a criação de um projeto fotográfico em que o conceito e a obra tenham forças equivalentes. Iremos trabalhar a ideia de palavras fotográficas com atividades que buscam o maior entendimento de si e da arte.

A oficina “No princípio era o verbo” pede um mergulho profundo na produção artística de cada participante, mas principalmente, pede inteireza! Se cada um chegar aberto e disposto a se entregar a experiência, teremos um encontro bastante produtivo!

 

Nair Benedicto

[ SÃO PAULO ]
Fotógrafa. Dedicada ao fotojornalismo e fotodocumentarismo. Sua atuação é focada nas questões sociais, a mulher, a criança, a ecologia, particularmente na América Latina. Ganhadora de diversos prêmios, seus trabalhos estão em várias revistas nacionais e estrangeiras e em museus no Brasil e exterior.

■ Eu Viveria Tantas Mortes e Morreria Tantas Vidas. Jamais me Queixaria, Jamais!

■ Data: 04 de abril de 2020
■ Hora
: das 8h às 12h,
■ Local: IPHAN (veja mapa)
■ Carga horária: 4 horas
■ Total de vagas: 20

Sobre a oficina

Uma Roda de Conversa com Nair Benedito, a fotógrafa que modificou com enorme sensibilidade a visão que se tinha das classes minoritárias, fotografando a cultura popular noturna, embrenhando-se em forrós populares, dissecando a posição de mulher. Seu trabalho progressista tem permitido uma nova visão da população brasileira, e uma nova visão do fotojornalismo.

Nessa Roda de Conversa ela aprofunda questões históricas para chegar no “aqui, agora”, do momento atual do Brasil.

Evandro Teixeira

[ RIO DE JANEIRO ]
Um dos maiores ícones fo fotojornalismo brasileiro. Dedicou 40 anos de sua carreira ao Jornal do Brasil. Autor de fotos históricas do período da ditadura militar e de cinco livros.

■ A Fotografia no Contexto da História

■ Data: 05 de abril de 2020
■ Hora
: das 8h às 12h,
■ Local: IPHAN (veja mapa)
■ Carga horária: 4 horas
■ Total de vagas: 20

Sobre a oficina

Uma Roda de Conversa com Evandro Teixeira, o grande nome do fotojornalismo brasileiro, que conta a história de fotografias icônicas suas, em diversos cenários, como o golpe militar de 1964, no Brasil, a queda do governo Salvador Allende (1973), no Chile, a morte de Pablo Neruda, dentre outros.

IMPORTANTE: No momento da inscrição, observe a carga horária da oficina escolhida. Você poderá optar apenas por uma oficina com a carga horária de 8 horas ou por uma ou duas das oficinas com a carga de 4 horas.

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 Leitura de Portifólio

    

Fotógrafos convidados: Fernando Maia (CE), Guy Veloso (PA) e Maíra Gamarra (AL)

Dia: 05 de abril de 2020 (Sábado)
Horário: das 15h30 às 17h
Local: MISA

 

MISA - Localização

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 Sessão de Autógrafos

    

Fotógrafos convidados: Francisco Oiticica (AL), Guy Veloso (PA) e Celso Brandão (AL)

Dia: 03 de abril de 2020 (Sexta)
Horário: das 20h00 às 21h00
Local: MISA
Artistas e Obras:
Francisco Oiticica – “Murmuro”
Celso Brandão – “Ilha do Ferro”
Guy Veloso – Lançamento do livro “Penitentes”

 

MISA - Localização

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 Exposições

Foto: Ramatis Haywanon

■ Narrativas Poéticas

De 03 de março a 05 de abril
Local: Complexo Cultural Teatro Deodoro

Coletiva com ensaios fotográficos produzidos na oficina FOTOgrafando POESIA, com poetas e fotógrafos alagoanos.

Foto: Guy Veloso

■ Entre a Fé e a Febre: Retratos

De 05 de março a 07 de abril
Local: Museu Théo Brandão

Exposição Individual de imagens do fotógrafo paraense Guy Veloso.

Foto: Francisco Oiticica

■ Benigno Benin

De 12 de março a 13 de abril
Local: Museu Palácio Floriano Peixoto – MUPA

Individual com fotografias de Francisco Oiticica Filho (AL)

Foto: Andréa Guido

■ Combustão

De 10 de março  a 10 de abril
Local: Maceió Shopping

Mostra coletiva que reune trabalhos de fotógrafos alunos da Escola Criattiva (Maceió/AL)

Foto: Amanda Bambu

■ Punho

De 05 de março a 04 de abril
Locais: Hotel Ritz, Restaurante Divina Gula, Restaurante Akuaba, Restaurante Baobá

Coletiva das fotógrafas do Punho Coletivo

Restaurante Divina Gula

Restaurante Akuaba

Restaurante Baobá

Hotel Ritz

■ Convocatória Sururu ´20

De 26 de março a 25 de abril
Local: Inst. do Patrimônio Hist. e Artístico Nacional – IPHAN
Coletiva com as fotografias finalistas do edital da convocatória nacional Fotosururu’20.

Foto: Matheus Alves

■ Ser Negro: Retratos de Sobrevivência

De 17 de março a 17 de abril
Local: Museu Memorial da República

Coletiva de fotógrafos e fotógrafas da comunidade negra

Foto: Eduardo Queiroga

■ Desmedo

De 03 a 05 de abril
Local: Praça Dois Leões

Coletiva com fotografias de Mateus Sá (PE) e Eduardo Queiroga(PE).

Foto: Silvana Pineda

■ Celebration

De 03 a 05 de abril 
Local: Museu da Imagem e do Som de Alagoas – MISA

Coletiva com fotografias de Silvana Pineda (RS) e Cris Boldrini (RS)

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Venha ao maior encontro da fotografia em Alagoas. Será uma grande oportunidade de ver mostras, participar de atividades e trocar experiências com grandes profissionais do Brasil.

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